Ilha Quadrada


Estou com Herpes! Três na boca e uma no nariz. É muita pereba junta! Credo!

Por que será,  meu Deus? Tô sofrendo tanto....



Escrito por Flávia às 08h52
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Ouçam isso. É só clicar bem aqui

Escrito por Leandro às 20h28
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 Lavras, que me lembram palavras,

que me lembram risadas

que me lembram pessoas

que me lembra folia

que me lembra um violão

um beijo

um queijo

uma neblina

e uma galera do caralho.

 

 Vamo combinar, Semana Santa, não houve melhor terapia do riso para um pobre ser humano como eu.

No primeiro dia, quinta feira, quase não consigo sair da TV a tempo de pegar o ônibus, para Lavras Novas. Depois de correrias mil, eu e “las amigas guerreras”, pegamos o ônibus até Ouro Preto, e depois até Lavras Novas. Estrada sinistra pra chegar lá, principalmente depois de muita chuva. Tinha um cidadão do lado da gente com um terço na mão, rezando horrores e dizendo: “Agora sim, se a gente passar desta curva vivos, a gente chega lá”. Oh, que glória. E tem mais, o nosso ônibus ainda teve que salvar um povo que tinha estragado no caminho. Resultado, entraram no nosso ônibus mais 5434556 pessoas e algumas delas não cheiravam bem. Coisas do calor.

Depois de muita luta, chegamos à casa. Coisas arrumadas, vamos ao bar. Tomamos umas e outras, continuamos a bebedeira na casa, e ganhamos uma convidada especial chamada Gal Costa Cover. Ah, os nossos companheiros de TV-UNI também foram lembrados quase todos os dias, eram nossos companheiros de estimação. Depois de toda a cachaçada, não sobrou ninguém vivo para curtir a primeira noite.

Segundo dia, chuva, frio, e a intenção de ir para a cachoeira, morreu ali mesmo. A gente bem que tentou, mas não foi possível evitar, e fomos ao bar. Ainda chovendo, pedimos uma cerveja, duas, três, uma pinga, cinco, dez.... Enfim, um violão e um violeiro. A festa começou ali mesmo, sucesso total para as nossas músicas, e nota dez para o povo que conhecemos. O povo do bar rachou de ganhar dinheiro com a nossa cantoria, e bem que nós merecíamos um bom couvert. Bar lotado, e a gente surtando geral. Ah, sem me esquecer do nosso amigo rippie, vulgarmente chamado de Maluco Beleza, que pegou geral.

A nossa casa tinha uma senha secreta, era só o cidadão chamar na porta a palavra mágica, que ganharia um presente. E como nós rimos deste tal presente...

Terceiro dia, parte do povo iria embora, e nós guerreiras, ficaríamos. Mais rua, e encontramos nossos amigos “Mazzaropi” que estavam conosco no dia da cantoria. Rimos pra caramba, fizemos um super rango, e mais rua.  Descobrimos as manhas da cidade, e onde rolavam as quebradeiras. Povo do UNI-BH ,e até amigos antigos de Santo Agostinho surgiram.

Quarto dia, dia de ir embora. Não queríamos muito, mas o dever chamava. Cada um voltaria para a sua respectiva TV onde trabalha, mas ainda rolou uma parada em Ouro Preto. Rolando encontro Mineiro de Direito, os estudantes da UFOP chegando na cidade, e o samba comendo solto. Não tinha cara de que acabaria hoje. Que vontade de ficar por lá...  

Na volta, reposição do sono, carros, barulho de avenidas, rodoviária lotada, e um blog para me ajudar a lembrar dos ótimos momentos vividos.

Escrito por Quel às 21h15
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  Pare para pensar, e veja em parâmetrros sobre as coisas nas quais você acredita ou vive... Os parâmetros sobre o sofrimento e sobre a alegria são muito próximos e relativos. Por exemplo: xingamos a faculdade eternamente, mas como ela faz falta quando acaba! É verdade, tanto que eu resolvi fazer outro curso. Hoje já entrei com outro espírito. Sei que a facu é cara, sei que tem problemas, sei que tem professores picaretas, mas sei que é ali que me tornarei um pouco mais gente. Que seja para aprender o que “não” fazer, mas é melhor assim. A escola não faz milagres, ela dá possibilidades. A escola te dá todas as possibilidades de ser um bom ou um mau profissional, a escolha é unicamente sua.

Agora pense na faculdade como se fosse uma pessoa, e como se ela estivesse sentindo a sua saída, como formado, e futuro profissional da área. Já pensou que ela sentirá a falta das suas risadas, das suas perguntas, das suas aulas “assassinadas” no corredor, ou no boteco?

A faculdade sentirá falta da sua alegria, da sua inquietude, da sua juventude.

Sentirá falta da sua panela em sala, que insistia em ser feliz

Sentirá falta das suas provas bem feitas

Sentirá falta dos seus amores

Sentirá falta das suas manhãs e noites de mau humor

Sentirá falta dos churrascos em que todo mundo insistia em falar mau de professores, que no fundo todos queriam que estivessem ali.

Sentirá falta dos professores que realmente foram nos churrascos

Sentirá falta da sua competência

Do seu caráter

Da sua beleza

Da sua picaretagem, que te ensinava a viver no mercado

Do seu caderno no qual você não escrevia nada

Do seu caderno no qual você escrevia tudo

Das folhas em branco que você tinha que doar pra todo mundo

Dos nomes de pessoas que você tinha que colocar nos trabalhos, sem elas terem feito absolutamente nada

Da colação de grau que você teve que ensaiar, e depois não fez quase nada do combinado

E da eterna dúvida entre ser pessoa, ou fruto do mercado.

 

Sei lá... só sei que formei um dia, e só sei que foi assim...

Só sei que perdi a birra com a Facu

Assim, ganhei mais simpatia, sem deixar de ignorar algumas pessoas

Ganhei disposição

Ganhei conhecimento

Ganhei um blog

E ganhei uma galera do caralho.



Escrito por Quel às 23h06
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Chega de Trident!

Empresa lança no Japão chiclete que aumenta seios
   
Uma empresa lançou no Japão um chiclete que ela diz ser capaz de aumentar os seios. Segundo a companhia japonesa, a goma de mascar libera gradualmente substâncias que seriam capazes de enrijecer e aumentar os seios. A principal delas é uma erva conhecida como pueraria mirifica, vendida também em forma de pílulas, spray ou creme para os seios em outros países asiáticos, como a Tailândia.

Um pote com 200 chicletes cor-de-rosa no sabor morango é vendido pelo equivalente a R$ 52. O Bust-Up Gum foi um dos destaques de uma feira de produtos de beleza e saúde no Japão, a Tokyo Health Industry Show.

Segundo o diário britânico The Times, o chiclete Bust-Up foi "um sucesso imediato entre as mulheres de Tóquio". "A companhia fabricante recebeu milhares de encomendas e tem planos de começar a vender o produto em lojas de conveniência."

"Diferentemente de outros suplementos alimentares tomados por meio de pílulas uma vez por dia, o chiclete vai bombardeando o seu sistema constantemente, restaurando o tecido muscular que mantém os seios saudáveis", declarou ao Times uma porta-voz da empresa.



Escrito por Leandro às 13h54
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Você é paulistano quando..


-Se sente emocionado quando olha para o céu e vê estrelas.
-Ao dirigir, fica satisfeito quando consegue andar 100 metros sem parar.
-Acha que 3 horas diárias de trânsito são comuns.
-Tem medo da polícia.
-Acha estranho uma cidade sem prédios.
-Você passa a semana inteira esperando o fim de semana para se espremer na balada.
-Acha normal andar c/ um guia de ruas no porta-luvas do carro.
-Você chama os amigos dos seus pais de "tio" e "tia".
-Você vê alguém fazer uma barbeiragem no trânsito e diz: "Ô baianada"!
-Reclama de carioca, argentino, nordestino e caiçara, mas nunca se tocou que não é bem vindo em certas localidades.
-Você não conhece nem 10% da sua cidade.
-Fica indignado quando alguém de fora conhece algo em São Paulo que você não conhece.
-Você odeia carioca, não suporta ouvir os "R" arrastados e os "S" com som de "X" pronunciados por eles.
-Não conhece Ipanema, Copacabana, o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar...e não faz a mínima questão de conhecer!!
-Não fala "os plural". 
-Adora andar em shopping, comer em shopping, gastar dinheiro em shopping, e fica indignado quando viaja para algum lugar em que único shopping tem apenas um piso. 
-Ao invés de ter marquinha de biquini ou de sunga, possui marquinha do relógio no pulso.
-Acha tudo aberto a qualquer hora.
-Quando vai a outra cidade, fica indignado quando há ruas não asfaltadas.
-As suas primeiras amizades foram feitas no prédio em que mora.
-Fica perplexo com a originalidade dos nomes dos funcionários do seu prédio.
-Conhece pelo menos cinco obras assinadas por Paulo Maluf.
-Se chove, reclama das enchentes. Se não chove, reclama da seca, da falta de água e do excesso de poluição.
-Você ouve seus amigos comentarem: "Mina mó gata, tá ligado?"
-Acredita que o adjetivo "puta" encaixa-se perfeitamente com qualquer substantivo, quando se quer denominar grandeza ou excesso. Ex.: Puta sol, Puta prédio gigante, puta oportunidade...
-Tem orgulho da Avenida Paulista, mas odeia passar por lá.
-Não se estranha pelo fato de balas, flanelas, flores e outros utensílios serem compradas exclusivamente no semáforo.
-Acha estranho cidades sem McDonald's, Habib's, Pizza Hut, Outback Steakhouse, TGI Friday's, A Chapa, Yokoyama, Joaquim's ou The Fifties.
-Você se enquadra em alguma dessas classificações: boy, nerd, surfista, skatista, metaleiro, clubber, fashion, pati, tio, tia, dotô,baiano, ou mano.
-Diz "vou ao shopping" sem ter a mínima idéia de onde vai.
-Sai à 1 da manhã do sábado de casa e ainda não escolheu em qual balada vai.
-Não entende as pessoas de outras cidades que se arrumam para ir ao McDonald's.
-Conhece mais o Guarujá do que São Paulo.
-E, como não podia deixar de ser, sabe que São Paulo é poluída, tem trânsito, pessoas correndo por todo lado, um verdadeiro inferno...
...mas não deixa de morar em São Paulo por nada nesse mundo.


Escrito por Leandro às 09h42
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Autor Desconhecido

 

“Se eu pudesse viver novamente a minha vida,
Desta vez, tentaria cometer mais erros.
Relaxaria as pernas para o ar,
Gostaria de ser mais tolo do que tenho sido nesta viagem.
Sei que levaria poucas coisas a sério.
Gostaria se viajar mais; Agir loucamente.
Subiria mais montanhas, nadaria em mais rios e contemplaria mais pôr-do-sol.
Caminharia mais e apreciaria mais as coisas.
Tomaria mais sorvete e comeria menos feijão.
Teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Você vê, eu sou dessas pessoas que vive cuidadosa e sensivelmente hora a hora, dia a dia.
Mas tenho tido meus momentos; e se tivesse de fazer outra vez, eu teria mais desses momentos.
De fato, tentaria ter nada mais que momentos, apenas momentos, um após outro, ao invés de viver muitos anos à frente cada dia. Eu tenho sido dessas pessoas que jamais
Vai a algum lugar sem um termômetro, uma garrafa de água quente, um gargarejo,
Uma capa de chuva, uma aspirina e um pára-quedas.
Se eu tivesse que fazer isso de novo, eu passearia, faria mais coisas e
Viajaria mais leve do que tenho feito.
Se eu pudesse viver minha vida novamente, começaria a andar descalço na primavera e
Continuaria dessa maneira no outono.
Jogaria mais hóquei. Sei que não ganharia muitos pontos, exceto pôr acidente.
Daria mais voltas no quarteirão,
E colheria mais margaridas
Se eu pudesse voltar a viver,
Contemplaria mais amanheceres
E brincaria com mais crianças,
Se tivesse outra vez uma vida pela frente!
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo. “

 



Escrito por Flávia às 14h24
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Como bem lembrou a Ana Flávia, ontem nossa Ilha completou um ano de existência. A idéia da Diorela foi bem bacana e "essa árvore cresceu e deu frutos". Pra ser bem sincero, no começo eu achava que não iria durar muito,"mas tenho certeza que esse é o primeiro de muitos aniversários". Diorela, Raquel e Ana Flávia, muito obrigado "por compartilharem conosco vossas sábias palavras" e "aos nossos fiéis leitores nossos mais sinceros agradecimentos".

Amanhã, dia 7 é a vez da gloriosa União da Ilha do Governador "apagar as velinhas". São 52 anos "de muito sangue, suor e luta". Um dia voltaremos ao nosso lugar de fato e de direito. Tenho certeza disso.



Escrito por Leandro às 15h04
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 Severino ameaça parlamentares contrários a reajuste, diz líder da base

Isabel Braga - O Globo

BRASÍLIA - O reajuste dos salários dos parlamentares foi o principal tema discutido terça-feira em jantar oferecido pelo presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, aos líderes dos partidos. Severino teria provocado um mal-estar ao dizer que iria desgastar os parlamentares contrários à proposta. Segundo um líder da base aliada, o presidente da Câmara disse que os líderes "estavam faltando com ele", mas prometeu levar adiante a proposta.

- Vocês estão faltando comigo. Vou cumprir com o que falei. Quem assinou a lista, assinou, quem não assinou eu vou pagar, mas eu vou desgastar - teria dito.

Segundo o mesmo líder, o jantar foi marcado por muita confusão entre parlamentares contrários ao reajuste e outros afirmando que, se não tiverem aumento, não há por que reajustar o salário dos ministros do STF. De acordo com a mesma fonte, os líderes entendem que o salário dos parlamentares está defasado.

 

 Nâo dá pra acreditar que esses caras vêm gastando jantares, encontros, e reuniões para discutir aumentos absurdos dos próprios salários. E ao invés de ficarmos criticando demais o poder executivo do Brasil, temos que ficar mais atentos aos nossos deputados e hipócritas de plantão. Desculpem o meu dia de revolta, mas pra mim isso é imperdoável.



Escrito por Quel às 10h05
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Depois de quase um ano veio o retorno! Meu colega Cláudio Vilaça, aquele que ajudou o Holofote a fazer a matéria dos Titãs no ano passado, disse que conversou com o vocalista Branco Mello. Segundo o Cláudio, o Branco elogiou muito a matéria, e até perguntou se nós éramos estudantes mesmo. O Cláudio disse que sim, mas que trabalhavamos feito jornalistas, feito gente grande. Além da matéria, os Titãs tem todo aquele programa gravado numa fita que eu mandei copiar.

Fiquei super feliz! Também não tinha como ficar, né?! Tantas confusões antes e depois da matéria, brigas, estrelismo de alguns, correria atrás de imagens de arquivo, horas e horas de edição... Bom, mas no final deu tudo certo, né?!

Parabéns para toda a equipe : Cláudio (que permitiu que a TV UNIBH desse Um "furo" jornalístico), Ana Paula nossa carismática repórter, o trabalho profissional da minha amiga Quel e do Cristiano Miguel (como nos divertimos nessa edição!), para os cinegrafistas Carlos e Alex costa e karl, e também para mim que fui produtora e vivi momentos de tensão!

É Só!beijos. 

 



Escrito por Flávia às 16h21
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Quel, Leandro, Flavinha e Didi!

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