Indignação
Pra quem acha que ladrão é só parlamentar e bandido, aí vai um bomba. Mais um grupo se enquadra no método, os universitários de escolas particulares. Aconteceu um roubo hoje mesmo, 29/08, com uma Amiga muito querida. Estava ela na biblioteca do UNI-BH, ainda no primeiro horário do turno da noite, quando o seu celular foi retirado do seu bolso por um(a) cleptomaníaco(a) qualquer. Ela falou pela última vez com sua amiga que a esperava do lado de fora da biblioteca. Dois minutos depois, o nosso ladrãozinho ou ladrazinha retirou com sua mão leve o celular Oi MTV da minha Amiga, enquanto ela olhava uns livros na prateleira. Em seguida ligou para o último número discado do telefone dela, que era por conseqüência, da amiga que a esperava do lado de fora. Segundo a amiga, a figura ficou falando embolado meio que debochando do outro lado da linha e logo desligou o aparelho de vez.
As câmeras do circuito interno não captaram nada. A única imagem que se tinha pelo posicionamento das câmeras, era a da entrada. Não existem câmeras que captem imagens nos corredores e prateleiras. Então, da próxima vez que vocês virem na biblioteca do UNI a frase “sorria você está sendo filmado”, NÃO SORRIA, afinal de contas...
Uma coisa é certa, para o roubo não existem “grupos de risco”, todos são suspeitos.
O ato de roubar não vem atrelado à condição social de ninguém. Ele é fruto de uma desconstrução pessoal, a fome de ter aquilo que é do outro, ainda que não venha a servir para nada. 
Escrito por Quel às 23h02
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Hoje me deu vontade de escrever nesse blog o nome de todo mundo que eu não gosto. Assim minha vida ficaria muito mais prática, já que a pessoa consultaria seu nome aqui e não me perturbaria. Pensei em dividir em faixas como "Não gosto", "Não tolero", "Não gosto mas trato bem" e a derradeira "Se vier com graça vai levar rachada". Depois de muito refletir sobre a polêmica que isso iria gerar, principalmente as coladas que eu ia levar das outras três proprietárias desse blog (principalmente da Raquel, que entraria na lista do "Não gosto mas trato bem"), achei melhor não escrever. Diz minha mãe que quando eu era criança, eu chegava pras pessoas que eu não gostava e falava na lata "Eu não gosto de você!". Agora apenas estou querendo a versão mais moderna disso. Mas acho que nem Roberto Jefferson faria isso, aliás, na lista dele, acho que o presidente que voces elegeram entraria na clasificação "Se vier com graça vai levar rachada". Passada a vontade, apenas informo que a final da gloriosa União da Ilha do Governador será no dia 22 de outubro. Os sambas concorrentes podem ser ouvidos no site da escola (www.uniaodailha.com.br). A safra tá bem fraca, destaque para o samba do Maurício Maia. Então, dia 22 é dia de cair na estrada. Me sigam os bons.
Escrito por Leandro às 20h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
"Esta Casa tem que receber abraços carinhosos da população, e não bomba"
Severino Cavalcanti
Acabou o respeito mesmo
Nesta manhã de quinta-feira 18 de Agosto, foi encontrada uma mochila no congresso, e já logo acreditou-se que pudesse ser uma BOMBA. O esquadrão foi chamado, a atenção foi desviada, e descobriu-se que não havia nada na inocente mochila. Na verdade, o único lugar naquele congresso onde não existem bombas, é naquela mochila.
Os parlamentares brasileiros já estão perdendo a noção do ridículo na atual conjuntura brasileira. Dá pra dizer a expressão “sem comentários” para quase todas as ações e depoimentos dos investigados nas atuais CPIs dos Correios e Mensalão. Sem contar que as CPIs tornaram-se palanques para deputados de oposição fazerem seus discursos moralistas, e os “bandeiras vermelhas” restantes, representarem seus números de “como isso foi acontecer com o nosso partido honesto”.
Os diretores financeiros das empresas simplesmente tiveram um surto coletivo de memória, e nenhum se lembra nem de quanto eram os próprios salários. O ex-tesoureiro do PT, em seus depoimentos, parece que saiu do pré-primário ontem mesmo. Tudo se enche de rodeios, e no fim das contas, novidade que é bom nada. Talvez seja esta uma estratégia para cansar a população, até que se chegue ao ponto de ninguém mais agüentar ouvir falar em mensalão. Aí a gente se esquece, eles vão esperar algum grande evento esportivo, ou algum acontecimento bombástico com alguma grande personalidade, para desviar a atenção da população, e podem escolher o sabor da pizza que for do agrado de vocês. Porque é isso que pode acontecer, tudo acabar em uma bela pizza do Skilão. Lembram-se... aquela pizzaria da Augusto de Lima com Rio de Janeiro, que a atendente debocha dos direitos dos consumidores...
Neste momento tudo que o Lula queria era um acontecimento do porte do Brasil ser campeão da copa, episódio Ayrton Senna, World Trade Center....
Ele diria: “Olhem pra lá e deixem que eu faça o meu xixi em Paz.” 
Escrito por Quel às 23h08
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Minha velha infância...
Ultimamente ando lembrando muito da época em que eu era criança. Estou nostálgica. Talvez seja para fugir um pouco dos pensamentos que agora me assombram: monografia, formatura, emprego, amigos que vão sumir, problemas do coração, insatisfação com a vida...
Sei que é lugar comum dizer isso, mas realmente a vida era mais fácil, mais simples; só não sei dizer se isso significa que eu era mais feliz.
Felicidade para mim significava brincar na garagem do prédio em que eu morava. Acho que a garagem não cabe mais que 10 carros e, na época, era o mundo que eu conhecia. A gente cresce e tem a impressão de que algumas coisas se tornam menores...
Felicidade era brincar na cama com a minha mãe e com a Tetê (minha irmã) e pular na barriga da minha mãe, quando um dia ela disse: “filhinhas, vocês não pode mais pular na barriga da mamãe porque ela está esperando um neném!”. Não esqueço desse dia. Liguei para todo mundo pra contar! Era a primeira vez que eu realmente iria curtir um bebê em casa e ainda escolhi o nome: Marina.
Felicidade era a hora do recreio, campeonato de queimada, excursão ao zoológico, ou quando minhas tias falavam que iriam me buscar na escola; nesses dias não conseguia me concentrar nas aulas – ficava ansiosa, pois sabia que daqui a pouco viria um caminhão de balas, chicletes e chocolates. Coisas que minha mãe detestava que eu comia, mas não há nada para deixar mais uma criança feliz do que doces!!!
Saudades dos Natais na casa da minha avó quando todos meus primos eram pequenos. Uma bagunça! Brincar, nadar, comer, correr na rua, sujar, brigar....
Saudade de quando me perguntavam o que eu seria quando crescesse e eu ficava sonhando com isso...
Desculpem ficar enchendo a cabeça dos leitores desse querido blog com as minhas lembranças... Não sei se quando somos crianças a vida tem mais graça ou se somos nós que perdemos a graça quando crescemos.
Escrito por Flávia às 11h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Palavras estranhas para um dia estranho
Eu uso o dia para esquecer a falta das coisas
Eu uso o riso para esquecer as indelicadezas da vida
Eu uso palavras duras para me defender da inveja alheia
Eu uso o telefone para dizer que estou com saudades
Eu uso o fogão e panelas de casa para nada
Eu uso camisinha que mora na farmácia
Eu uso palavrão e sei que é terrível
Eu uso frases de efeito contra outras frases de efeito
Eu uso o abate diante de pessoas indecisas
Eu uso o blog para dizer nada com nada
Eu uso o bom senso pra não ficar enchendo os amigos
Eu uso óculos quebrados e não reclamo
Eu uso um shampoo amarelo e estou ficando loira
Eu uso o clichê da novela e acredito que ele vai ser meu um dia
Eu uso o clichê dos pessimistas e logo desacredito
Eu uso meias brancas quase todos os dias
Eu uso passear pela vida de vocês, e me alegro com cada passo bem dado de cada um.
Sintam
Vivam
Chorem
E durmam... bem... 
Escrito por Quel às 22h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Popstar
Amanhã, sexta-feira, nosso blog estará em uma matéria no jornal sete e meia, da Rede Minas. Graças à Diorela - que por sinal, seria uma personagem bem mais bacana do que aquela que foi entrevistada - estaremos na telinha, com direito a piscada colorida e tudo.
Escrito por Leandro às 22h01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ninguém mandou votar em analfabeto...
Essa saiu da privilegiada boca do nosso querido presidente:
"As CPIs têm que funcionarem, têm que apurarem"
Fonte: Revista Veja
Escrito por Leandro às 13h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Mais histórias...
Achei que este seria mais um final de semana deprê em que eu ficaria lamentando a vida, mas naum...
Fui parar na última Sexta – feira numa fazenda lá em Ouro Preto. A Pequena viagem foi ótima. Tirando o carro que chaqualhava na estrada de terra (o que fez o som estragar com o meu cd novinho lá dentro). Faltando pouquíssimo para chegar na fazenda o carro agarra nas pedras e não andava mais.... Eu, um primo pequeno e duas tias cagonas andamos uns 20 minutos à pé, um breu total, muito morro, eu escorregava porque estava de tamanco e aquele silêncio assustador.
O caseiro da fazenda, que não tinha carteira de motorista, conseguiu tirar o carro das pedras. Heheh!
Mal entrei na casa e tive o prazer de ver pela primeira vez na vida abrir um porco. Tripa para um lado, coração para o outro, intestino, muita gordura e sangue. Era tanta gente em volta dele que parecia um bloco cirúrgico. E quando pensava que o almoço do dia seguinte seria o tal porco meu estômago embrulhava.
Já de noite, aquele frio, não tivemos muita alternativa para aquecer a não ser tomar umas cachacinhas da roça, chá colhido no mato e muita comida. E por falar em comida... Em apenas 4 horas rolou amendoim torrado, picanha, batata doce, foundi de chocolate e feijão com bacon. Hahah! Podem rir! Não preciso nem dizer que essa combinação destruiu todo mundo e o banheiro foi muitíssimo disputado.
No dia seguinte acordei com aquela manhã linda ... Não tinha reparado como o lugar era bonito (um vista que parecia com aquela de Lavras Novas). Inventei que iria andar a cavalo. Detalhe: sempre que andei a cavalo alguém tinha que puxar a cordinha para mim. Desta dez não tinha ninguém para fazer isso e tive que andar sozinha. Estava com medo, mas não porque o cavalo que me arranjaram corria. Na verdade ele me irritava pois andava quase parando, empacava e só queria saber de comer capim. Desisti do cavalo e fui andar a pé mesmo. Fui andando e me deparei com uma cachoeira grande, maravilhosa! Não tive coragem de nadar porque a água estava gelada.
Bom, já estava bem cansada. Na hora do almoço - como imaginado, - o prato foi carne de porco. Eu não tive coragem de comer e fiquei só no arroz com feijão (Muito bom por sinal, feito no fogão à lenha). Já no final da tarde fui chupar laranja no pé.
Sei que esse pequeno descanso fez bem para a cabeça e para o coração. Cheguei em BH umas 8 horas da noite do sábado. E quem pensa que fui deitar para esticar as pernas e começar a me preparar psicologicamente para a segundona braba, se enganou: Ainda tive pique para cair num samba com forró e chegar em casa às 5hs da manhã.!
Escrito por Flávia às 06h58
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|