Ilha Quadrada


Sinto que esse blog está caminhando a passos largos para o limbo do esquecimento.

Escrito por Leandro às 14h05
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Do alto do salto alto

 
RIO DE JANEIRO - Não é somente a seleção de futebol que está andando de salto alto. A experiência ensina que o salto alto é expressão geralmente mal informada de uma superioridade que a realidade desmente.
Também o presidente Lula está andando de salto alto após a ressaca dos escândalos que bagunçaram o seu governo. Montado no cômodo patamar de 60% das intenções de voto em diversas regiões do país, ele já se sente reeleito -somente um fato novo (e improvável) impedirá um novo desgoverno.
A questão que me parece certa é a reeleição de Lula, em campanha eleitoral explícita há mais de três anos e sem concorrente categorizado à vista.
Reeleito, será um presidente de coisa nenhuma, mais ou menos como agora. Terá uma representatividade para o cerimonial aqui dentro e fora do país, mas, poder de imprimir um rumo ao país, isso não aconteceu agora nem acontecerá no próximo mandato.
Na atual gestão, tudo o que houve foi um processo que vinha de outros governos e que ele não conseguiu atrapalhar. No mais, foi a sucessão de escândalos dentro do próprio governo, com gente sua. Tivemos agora a invasão do MLST ao Congresso, promovida também por gente sua, que escolheu o Legislativo para a depredação com a finalidade de enfraquecer um dos poderes da nação.
O protesto seria inaceitável, embora com lógica, se fosse dirigido ao próprio Lula. Mas, como disse um dos invasores, "Lula é dos nossos".
O que tudo isso significa? Que está em gestação uma espécie de ditador legalizado pelas urnas. Montará sua equipe com retalhos, agindo apenas diante de portas arrombadas, com notas oficiais condenando desde assaltos aos cofres públicos a assaltos a dependências da União. Um ditador só possível num país chamado Brasil.

 

Carlos Heitor Cony, hoje na Folha



Escrito por Leandro às 14h40
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 Se marcar tá marcado. Se for pra rolar represália, que role. Mas se ninguém tiver a coragem de falar essas coisas... Bom ainda bem que não vivi tempos de ditadura, se não eu seria das primeiras a ir para o SAL.

 

Prezada professora Vanessa Carvalho,

Devido à sua insistência em render como grande problema uma pergunta que te fiz no dia 9 de junho no período da manhã dentro do UNI-BH, prefiro esclarecer.

 

No dia 9 de junho, fui te procurar no turno da manhã para relatar a você que eu não poderia fazer naquele dia o pagamento do exame especial, porque a inscrição ainda não estava disponibilizada na internet. Eu disse a você que a data de marcação do exame especial seria entre os dias 22 e 25 de Junho. Com isso, me preocupei caso não desse tempo suficiente da banca ler o meu projeto. Fui te perguntar se você não preferia já passar o projeto para a banca e no dia 22 eu só te apresentaria o boleto do exame especial pago. Você concordou.

 

Neste mesmo momento vi você aceitando os trabalhos do sétimo período do turno da manhã na minha frente. Então questionei porque você estava aceitando o trabalho deles naquele dia e o meu você não podia aceitar. Neste momento você foi rude e já se descontrolou completamente tentando explicar um monte de datas que até agora não consegui entender nenhuma frase pronunciada por você.

 

Também comentei de forma educada com você e sem nenhum tom de acusação que os atendimentos do turno da noite tinham sido bem confusos, e que no próximo semestre vocês poderiam repensar isso. Até citei um exemplo que me aconteceu de eu ter vindo para o retorno do seu atendimento por 3 vezes e não consegui ser atendida. Você se sentiu ainda mais acusada e foi ainda mais rude comigo.

 

Até o momento em que realmente me cansei do seu descontrole e saí, porque você insistia em repetir muitas e muitas datas mantendo desde a minha primeira pergunta o seu discurso confuso.

 

À tarde deste mesmo dia você conseguiu o meu telefone celular e me ligou pra dizer que eu receberia por email o comunicado da minha banca. Eu disse OK. Você voltou com o seu descontrole e reiniciou aquele monte de explicações de datas, ainda querendo repetir o assunto.

 

Eu disse a você que deixasse isso pra lá, que eu pagaria o exame especial e pronto. Não fiz nenhum comentário em tom de acusação. Obviamente diferente de você que falou que eu não tenho tato com as palavras, e me falou pra tomar cuidado com o que eu digo. Ainda me falou que sua a credibilidade com a coordenação do UNI-BH é de 100% e que você não tem o que temer, porque semanalmente você recebe elogios. Bom, não sei o motivo do seu comentário, porque não me lembro de ter te perguntado nada disso. De qualquer forma não me senti ameaçada por você. Afinal a ligação foi gravada.

 

Durante todo o semestre você foi uma pessoa muito legal comigo, recebeu trabalhos, me ajudou a redigir bem,apontou erros importantes em meu projeto e eu rapidamente obedeci todas as suas orientações.

 

Sobre as datas de entrega eu tinha consciência de que talvez eu tivesse problemas, afinal sou diretora de uma empresa de comunicação e sou editora de arte de uma TV. Há dias em que trabalho de 18 a 20 horas por dia. Bom, o que eu quis dizer com isso é que não sou criança nem capacho.

 

Acho que consegui esclarecer a situação que se tornou bem desagradável.

 

Uma sugestão para você como educadora deste país, é que nunca despreze ou ataque os questionamentos que os estudantes te fazem. O diálogo funciona muito mais do que o discurso.

 

Este email está sendo enviado com cópia para outros 5 emails.

 

Por mim assunto encerrado, farei o pagamento do exame especial e o projeto que foi orientado quase exclusivamente por você irá para a banca no dia 28 de Junho.

 

Abraços

Raquel Alvarez



Escrito por Quel às 12h33
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Se você ainda está sem candidato à Presidência, vote no MARCOLA PRESIDENTE, o homem que fez São Paulo obedecer e promete fazer o Brasil entrar na linha.
Vamos aos fatos:
Só em 3 dias, entre tantas coisas, ele:
- reduziu o transito
- retirou os camelôs das ruas
- reduziu a carga horária de trabalho (sem reduzir o saldo do final do mês
- aumentou o contingente de policiais nas ruas
- mobilizou os deputados
- aumentou o poder da fé entre as pessoas
- potencializou o ambiente para uma subida do dólar e auxiliou aos exportadores
- permitiu que as famílias jantassem juntas, tirando as crianças das ruas e os jovens da noite
- baixou a taxa de roubos
- uniu opositores na briga por um mesmo objetivo
- fez os direitos humanos e o ministério público visitarem as prisões e acabou com a revolta...

Sem contar que ele assume que é ladrão assumido. Não propõe acordo nem dança comemorando a pizza...

Bom, se do celular, escondido e sob ameaça física fez tanto, imagina do gabinete!

Escrito por Quel às 12h53
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Quero o MLST na cadeia. Esses bandeirinhas vândalos não sabem o que seja trabalhar de verdade. Quem foi que deu o direito a eles se destruírem centros de estudo, exposições, pesquisas e obras públicas???? Eu não deixei eles destruírem o que também me pertence. Tudo aquilo que é público te pertenca também, ou será que você não sabe disso???

Um imbecil recentemente me disse que eles têm que fazer isso mesmo, quebrar patrimônios públicos para serem ouvidos. Porque eles são injustiçados etc... Olha, imbecil, leia bem estas pequenas letras: eu já gravei um vídeo em um acampamento do MST, e eles não são coitados, não são aleijados, são inteligentes, e a maioria já é assentada.

Eles muitas vezes com o pretexto de conseguir terras para os outros companheiros, seguem no movimento. Alugam suas terras, e seguem no movimento sendo sustentados com comida, transporte, e saúde por partidos de esquerda como o PT.

Então, tenho bastante vontade de mandar o endereço dos imbecis que apóiam avalanches animalescas como esta, aí o MLST pode dormir na casa deles. PPffff....

Escrito por Quel às 11h38
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Quel, Leandro, Flavinha e Didi!

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